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sexta-feira, outubro 05, 2012

Lançamento de "O País dos Petralhas II"


Eu e Reinaldo Azevedo temos nossas divergências "ideológicas", apesar de elas serem menores do que ele pensa. Mas tenho profundo respeito por seu trabalho, por sua escrita e por sua honestidade intelectual. Fui prestigiá-lo no lançamento do livro novo no Rio, e recomendo a leitura. Afinal, o inimigo agora é o mesmo! 

terça-feira, março 13, 2012

Do crucifixo público

Mensagem que postei no blog do Reinaldo Azevedo:

Prezado Reinaldo, apenas para aumentar o coro dos ateus com algum bom senso e conhecimento histórico, afirmo que estou deste mesmo lado seu e do Diogo Mainardi nesta batalha. Sou ateu sim, graças a Deus! Mas nem por isso vou cuspir na tradição cristã, indissociável da cultura ocidental. Esse ataque aos crucifixos em locais públicos é uma bobagem de ateu militante (ou seja, crente de uma nova seita) na melhor das hipóteses, ou uma deliberada e perigosa campanha esquerdista contra certos valores nobres aos liberais e conservadores de boa estirpe, na mais provável das hipóteses. Continue a boa luta! Abraços, Rodrigo Constantino.

segunda-feira, julho 25, 2011

A morte de Amy Winehouse

João Pereira Coutinho escreveu artigo na Folha online sobre a morte de Amy Winehouse, defendendo basicamente que as drogas são uma questão de escolha, e que a cantora fez a sua. Os moralistas de plantão devem lembrar disso, segundo Coutinho. Claro que, uma vez viciado, a questão da escolha não é tão simples. Mas entendo o que Coutinho quer dizer. Amy claramente tinha optado por essa vida destrutiva. As drogas eram sintoma de suas fraquezas. Muitos admiravam sua "rebeldia", e agora lamentam o efeito dela. Hipocrisia.

Por outro lado, Reinaldo Azevedo discorda de Coutinho em artigo no seu blog. Reinaldo é totalmente contra a legalização das drogas, mesmo da maconha. Ele chama a atenção para o fato de que esta postura de Amy Winehouse não fazia mal somente a ela, mas a terceiros, pela influência que exerce, especialmente nos mais jovens.

Ambos apresentam argumentos interessantes. Eu confesso ter mais simpatia pelo ponto de vista de Coutinho. Mas o importante mesmo é o debate civilizado. Com ele, todos ganham.