quinta-feira, dezembro 20, 2007

Um Século de Hipocrisia - Vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=jGWHVtsrNnk

9 comentários:

Allen disse...

Faltou citar o Sr Leonal Brizola, que sempre defendeu a Reforma Agraria, mas era proprietario de milhares de km quadrados de terra.´
Só que todas no Uruguai, onde a Reforma Agraria brasileira não o afetaria.

Eduardo disse...

Parabéns pelo texto. Excelente! Não o conhecia, nem seu Blog. Adicionado aos favoritos e de minha admiração. Uma oásis nesse nosso atual Brasil desértico de conhecimento. Abrs

Anônimo disse...

Rodrigo, será que seu desepero não seria pela falta de intelectuais de verdade como Niemeyer, Buarque veríssimo no seu âmbito.. Pois é o que sobra no âmbito da esquerda falta no da direita... Injustiça não?? pobres coitados estes que estiveram no poder p/ endividar o Brasil e não mostraram resultados p/ o povo. Depois, vc fala de privatização como foram as desatrosas no Brasil. Quando a telefonia era estatal eu nunca tive nenhum problema o que agora me sobra com ela nas mão de um ladrão como os Jereissati aquí no Ceará, vc fala que agora todos podem ter milhões de telefones em casa, mas esqueceu de dizer que ninguém pode usar estes telefones , pois do contráriuo estará sem o que comer até o final do mês p/ pagar a conta de telefone que não consumiu....

Lucas - Porto Alegre disse...

Eh isso ae, telebras eh q era bom... tenha paciênca rodrigo, isso aqui eh o brasil nao tem jeito. Mas mudando de assunto, nao sei se vc está a par da campanha presidencial americana, mas se estiver gostaria que fizesse um texto sobre o Ron Paul, é bom ver o bom senso sendo mostrado em um debate político. Dá pra imaginar um político brasileiro falando tão abertamente sobre a incompetência dos aparelhos estatais, ameaçando inclusive extinguir a CIA, como neste video? http://youtube.com/watch?v=8BB3NrSpRGE
Já que o Brasil tem o Lula e os comunistas que merece, fico na torcida pela eleição americana.

Bumerangue disse...

Ao das 12:23 PM

"vc fala que agora todos podem ter milhões de telefones em casa,..."

Exatamente!

"mas esqueceu de dizer que ninguém pode usar estes telefones , pois do contráriuo estará sem o que comer até o final do mês p/ pagar a conta de telefone que não consumiu...."

Ué, é só não ter telefone.

Ferreirao disse...

"pobres coitados estes que estiveram no poder p/ endividar o Brasil e não mostraram resultados p/ o povo".
Ué, o cachaceiro, mensaleiro, analfabeto que está no poder distribui esmola de 70 reais por mês ao "povo" (essa entidade transcedental). Grande estadista. Os petistas vagabundos foram contra o plano real, se dependesse do ignorante que hoje é presidente, a inflação estaria a 80 por cento ao mês até os dias atuais.

Anônimo disse...

Intelectuais de verdade? Veríssimo (o filho) é considerado mediocre até entre seus pares. È facil bancar o sicialista e mamar nas tetas estatais como sempre fizeram os intelectuais da esquerda de Pindorama.

Anônimo disse...

Meu Deus, como tem gente mau-carater no mundo...o imbecil das 12:23 defende o modelo publico de telefonia, no tempo em que um telefone custava o equivalente a um carro usado. Ele deve ser servidor público, daqueles que ganhavam mais de 10 salarios minimos por mês para ficar na recepção ou na faxina da Telebrás, 5 horas por dia. Perdeu a mamata com a privatização, vagabundo?

Anônimo disse...

Complementando o comentario do Allen, acima. Brizola foi o maior câncer do Estado do Rio de Jnaneiro. Nas decada de 1970 e 1980, quando era governador, ele proibia a policia de subir os morros e combater os traficantes. Ressalte-se que naquela época, a Falange Vermelha (hoje comando vermelho) estava apenas começando, e portanto, seria fácil esmagar o mal no seu nascedouro. Dizem qas más linguas que tal fato ocorria por que a filha dele era compradora e usuaria contumaz do produto vendido nos morros, e pegaria mal a policia encontra-la lá durante alguma operação. Deu no que deu. Quando algum carioca for atingido por uma bala perdida de fuzil, a sua familia deve por na conta do espolio de Brizola. Ele é o pai da violência carioca