quinta-feira, janeiro 03, 2008

América Latina e Populismo


Rodrigo Constantino

"O capitalismo na América Latina ainda é, na melhor das hipóteses, uma luta." (Alan Greenspan)

O título desse artigo é o mesmo usado por Alan Greenspan em um capítulo de seu livro de memórias, A Era da Turbulência. O ex-presidente do Federal Reserve faz uma análise bastante acurada dos males que assolam a região. Diante da pergunta sobre a causa das crises econômicas freqüentes nas décadas de 1970, 1980 e 1990, Greenspan resume numa resposta simples, afirmando que, "com muito poucas exceções, a América Latina não conseguiu desarmar-se do populismo econômico que, em sentido figurado, desarmou todo um continente em sua competição com o resto do mundo". Em outras palavras, o capitalismo de livre mercado jamais deu o ar de sua graça por aqui, obstruído pelo eterno populismo.

O século XX não foi bom para a região. Greenspan lembra, com base nas análises do historiador econômico Angus Maddison, que a Argentina começou o século com um PIB per capita real maior que o da Alemanha e equivalente a quase três quartos do americano. No fim do século, o PIB per capita argentino tinha declinado para metade ou menos do da Alemanha e dos Estados Unidos. Como conclui Greenspan, "apenas a África e a Europa Oriental apresentaram desempenho pior". A América Latina parece estar competindo para ver qual continente fica mais miserável.

Greenspan explica o que entende por populismo: "Sob o populismo econômico, o governo cede às demandas do povo, sem levar muito em conta os direitos individuais ou as realidades econômicas sobre como aumentar ou mesmo apenas sustentar as riquezas do país". Em outras palavras, "ignoram-se as conseqüências econômicas adversas das políticas públicas, por deliberação ou sem intenção". Diante de uma série ininterrupta de fracassos, a busca por bodes expiatórios é constante. Os Estados Unidos são o alvo preferido. "Erroneamente", lamenta Greenspan, "ainda hoje os Estados Unidos são vistos como a principal causa da miséria econômica ao sul de suas fronteiras". Os povos latinos agem como devedores irresponsáveis, que vivem gastando mais do que ganham, e depois ficam culpando os bancos por sua situação calamitosa. O sucesso dos mais responsáveis e trabalhadores incomoda, e passa a ser acusado pela própria miséria, com a ajuda de uma visão marxista de que o ganho de um deve ser exploração do outro.

Esse populismo é "atitude muito pouco racional". Para Greenspan, é "mais um grito de dor". Ele explica: "Os líderes populistas fazem promessas irresistíveis para eliminar ou atenuar situações percebidas como injustas. As panacéias mais comuns são a redistribuição de terras e o indiciamento de uma elite corrupta que, alegadamente, rouba dos pobres; os líderes prometem terra, habitação e comida para todos". O termo ‘justiça’ é usado de forma abusiva, geralmente na acepção redistributiva, ao lado do termo ‘social’, na maioria das vezes indo contra o conceito objetivo de justiça. Esse populismo é o oposto de liberalismo: "Em todas as suas formas, evidentemente, o populismo econômico se opõe ao capitalismo de livre mercado". O duro é aturar a esquerda populista insistir que a culpa dos nossos males está justamente no "neoliberalismo", inexistente na região.

Reverter o quadro não é uma tarefa trivial. O populismo resiste mesmo diante dos mais contundentes fracassos. Greenspan diz: "A melhor evidência de que o populismo é basicamente uma reação emocional, em vez de algo baseado em idéias, é o próprio fato de não recuar, mesmo em face de reiterados fracassos". O povo latino-americano costuma colocar mesmo as emoções à frente da razão. O populismo é o resultado disso. Greenspan elabora sobre os motivos desse apelo emocional: "O populismo econômico imagina um mundo mais simples e direto, no qual as estruturas teóricas não passam de dispersões em relação às necessidades evidentes e prementes. Seus princípios são simples. Se há desemprego, o governo deve contratar os desempregados. Se o dinheiro está escasso e as taxas de juros, em conseqüência, estão altas, o governo deve impor limites artificiais ou, então, imprimir mais dinheiro. Se as importações estão ameaçando empregos, proíba as importações". Gustave Le Bon fez um ótimo estudo sobre a psicologia das massas, e uma das características mais básicas é justamente a simplicidade dos conceitos, para poder conquistar pelas emoções os seres mais simples do grupo. Um povo miserável e ignorante é um prato cheio para promessas populistas. O Fórum Social Mundial é a grande prova disso.

Os populistas ignoram as calculadoras: "A visão populista equivale à contabilidade por partidas simples. Registra apenas os créditos, como os benefícios imediatos da redução dos preços da gasolina. Acredito que os economistas devem praticar a contabilidade por partidas dobradas". O que Greenspan quer dizer é que os populistas desconhecem conceitos como "custo de oportunidade", e nunca levam em conta "aquilo que não se vê", como alertava Bastiat. A visão é totalmente míope, e vale apenas o que os olhos enxergam no curtíssimo prazo, sem nenhuma capacidade de compreensão dos nexos causais ao longo do tempo. Medidas populistas hoje acarretam estragos profundos no longo prazo, mas poucos entendem a ligação entre causa e efeito. Além disso, "no longo prazo todos estaremos mortos", pode alegar um "desenvolvimentista", ou seja, um populista típico.

Para atrair as massas, o populismo precisa recorrer a uma justificativa moral. Assim, afirma Greenspan, "os líderes populistas devem ser carismáticos e exibir uma aura de tocador de obras e até de competência autoritária". A lista de líderes compatíveis com essa definição é enorme, com diferentes graus de autoritarismo. Podemos pensar em Hitler, Mussolini, Getúlio Vargas, Stalin, Fidel Castro, Peron, Chávez, Mao, enfim, inúmeras figuras pitorescas, que hipnotizavam as massas com promessas fantásticas enquanto entregavam o caos como resultado. O comum entre esses líderes é aquilo que Greenspan comenta: "A mensagem econômica deles é simples retórica, salpicada de termos e expressões como ‘exploração’, ‘justiça’ e ‘reforma agrária’, sem qualquer menção a ‘PIB’ ou a ‘produtividade’". Um exemplo recente está em Robert Mugabe, no Zimbábue, que adotou várias medidas populistas e destroçou de vez a nação, que sobrevive atualmente com desemprego enorme e hiperinflação galopante. Chega a ser irônico constatar isso tudo e lembrar da entrevista de Heloísa Helena, então candidata à presidência e ícone do populismo nacional, para Miriam Leitão, onde ela afirmara que inflação não é um fenômeno isolado, e não ocorria num país apenas. A Venezuela, outro palco de intenso populismo do caudilho Chávez, acaba de divulgar o número oficial de inflação de 2007, de 22,5%. Com certeza o número real deve ser ainda maior, já que transparência não é o forte de regimes populistas.

Sobre o presidente Lula, eis o que Greenspan tem a dizer: "Luiz Inácio Lula da Silva, populista brasileiro com grande séquito, foi eleito presidente em 2002. Antecipando-se à sua vitória, o mercado de ações brasileiro caiu, as expectativas de inflação subiram e os tão ambicionados investimentos estrangeiros recuaram. Mas, para surpresa da maioria, inclusive minha, ele manteve em boa parte as políticas sensatas do Plano Real, que Cardoso, seu antecessor, adotara para combater a hiperinflação brasileira de princípios da década de 1990". Em outras palavras, o grande mérito de Lula foi não ter mexido nas reformas macroeconômicas de FHC. O resto é sorte por ter pego um cenário internacional extremamente benéfico.

Por fim, Greenspan faz um importante alerta sobre os riscos da democracia. Em primeiro lugar, ele lembra que "os verdadeiros democratas apóiam uma forma de governo em que a maioria predomina em todas as questões públicas, mas nunca transgredindo os direitos básicos dos indivíduos". Nessas sociedades, ele diz, "os direitos das minorias são protegidos contra as maiorias". Os próprios "founding fathers" dos Estados Unidos temiam os excessos da democracia, e para isso criaram o "Bill of Rights", limitando o poder do governo. Greesnpan continua: "A democracia é um processo tortuoso e, decerto, nem sempre é a forma de governo mais eficiente". No entanto, ele concorda com a tirada espirituosa de Winston Churchill: "A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as demais que já foram experimentadas de tempos em tempos".

O governo autoritário "não oferece as necessárias válvulas de segurança que, nas sociedades capitalistas, possibilitam a solução de conflitos de maneira pacífica". Esse motivo que faz Greenspan optar pela democracia nos remete ao mesmo comentário de Karl Popper, que escolhe a democracia não pela sua suposta superioridade nas decisões, mas pela capacidade de resolver problemas sem derramamento de sangue. No entanto, é crucial lembrar que a democracia é um meio, não um fim, que seria a preservação das liberdades individuais. E o populismo ignora justamente isso, pregando uma democracia fajuta que não leva em conta os direitos individuais, degenerando em tirania, como vemos na Venezuela dos "plebiscitos".

É uma pena que Greenspan, de longe, consiga fazer um diagnóstico tão acertado dos problemas da América Latina, enquanto tantos economistas próximos insistem nas "soluções milagrosas" do populismo. Quem tiver mais interesse no tema, sugiro a leitura do excelente livro de Alvaro Vargas Llosa, Liberty for Latin America, onde ele explica em detalhes o populismo na região.

7 comentários:

Anônimo disse...

Constantino, não tem nada a ver com este artigo, mas achei algo que pode interessar, um artigo do famoso hacker Eric S. Raymond, autor de "A Catedral e o Bazar", o título do artigo é: "Why Libertarians Should Not Love Bill Gates"
http://www.catb.org/%7Eesr/writings/libgates.html

André Barros Leal disse...

John Galt mencionou os "blank Outs" que os "donos da verdade" omitem. Quem paga a conta?

Para que investir em infra-estrutura, saúde ou educação, quando é muito mais fácil simplesmente dar dinheiro não merecido aos pobres e garantir valioso apoio político.

O ponto que mais me entristece em relação a esse processo populista endêmico que ocorre no nosso continente, é o fato de parecer ser perene... não tem fim.

O país cresce, graças a heróicos empresários que vão lutando e suportando os discursos de ódio dos populistas. porém sem investimentos em infra-estrutura, vejo um muro à frente e nenhuma esperança de desvio da rota de colisão.

Finalmente, os discursos continuam e as mentiras seguem. A luta de classes é instigada por mentiras e definições de negativo, ou seja, o pobre o é por culpa do rico. E quem paga a conta?

... Blank Out!

André Barros Leal

severini disse...

Você é mesmo um babaca dos 4 costados. Não tem uma só idéia original. Verdadeiro papagaio repetidor de ideologias gastas, corrompidas, corrompedoras e destrutivas que estão levando à falência do planeta.
Só mesmo mantendo um blog para ter algum espaço para sustentar a vaidade pessoal.
Abaixo 2 comentários que fiz a incautos repassadores de um dos tantos textos imbecis de sua "autoria".
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Aproveitando a deixa da cópia que o Paluch me enviou repasso a vocês o comentário que escrevi e devolvi sobre o mesmo texto.
Peço desculpas por alguma agressividade, mas escrevi na técnica do 'jorro', em 2 ou 3 minutos, logo após ter lido o amontoado de asneiras que esse imbecil cometeu. Mas acho que essa nossa atitude de ficarmos repassando qualquer porcaria que chegue às nossas caixas postais com o intuito de divulgar idéias acaba provocando esse tipo de coisa.

Notórias insignificâncias, que jamais seriam conhecidas por algo de bom ou útil que tenham produzido, acabam usando a técnica de escrever bobagens contestando ou agredindo personagens ilustres e com grandes obras só para causar impacto e chamar a atenção. Eu procuro nem repassar mais esse tipo de lixo da internet.

Aliás, apesar de saber que era isso que o babaca tinha em mente, fui buscar alguma informação sobre esse infeliz. É um bosta, formado em economia e que quer aparecer posando de filósofo ou escritor. No máximo consegue manter um blog, às suas custas, para saciar a vaiadade. A maior notoriedade conseguida foi ser humilhado e ridicularizado em um debate que pediu, e depois fugiu, com outro metido a filósofo iluminado e raivoso, Olavo de Carvalho, que escreve periodicamente para grandes veículos nacionais. Recomendo uma olhada nos links abaixo, onde o pulha é desmascarado até nos seus erros de gramática.

Abraços a todos.

Segue a resposta irada.
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Mais um festival de ignorância movida por rancor, ressentimento e preconceito.

Quem conhecer um pouco da vida do cara vai saber que sim, cobrou bem por muito projeto 'estatal' para governos que queriam ostentar a 'grife' como publicidade. E que fez muito projeto de graça, para muito governo e para muitas pessoas, simplesmente porque achava a causa justa. E ajudou muita gente, muito amigo e não amigo durante sua vida. Que se exilou durante o governo militares pois estava na 'lista negra' de quem não podia ser contratado e vivendo na Europa fez projetos pagos e de graça para o mundo inteiro.

E quem disse que socialista tem que distribuir tudo o que tem? Quem tem que cuidar disso é um sistema econômico que promova distribuição de renda. E quem disse que socialista ou comunista defende sistemas autoritários? Esses sistemas acabam sendo gerados por serem a única forma de resistir a interferência externa para eliminar sistemas econômicos que não se submetem a a seus interesses.
O que os 'reis da democracia' têm que se meter na política interna de outros países do outro lado do planeta, fazendo guerras e provocando embargos econômicos que reduzem nações inteiras à miséria. Que democracia é esta que derruba governos legítimos em todo o mundo, que alimenta guerrilhas e terroristas quando lhe interessa e depois sai a combater o 'terror'? Que ideal é esse que provoca e alimenta intrigas entre povos e culturas para poder vender armas para quem não tem recursos nem para comer. Povos que trocam comida, saúde, educação e a vida de suas crianças para sustentar a indústria bélica dos democratas.

E vem um borra-bostas qualquer, escrever asneiras a mando de seus patrões, deturpando e denegrindo pessoas na eterna manipulação da opinião pública. Pobre de quem acredita e engole essas coisas. São o 'bem-informados' leitores de Vejas, Globos, Estadões e coisas mesma laia. Inocentes políticos e culturais que papagaiam tudo o que ouvem sem o menor senso crítico e histórico. E depois reclamam que o povo não sabe votar. Bando de bostas medíocres e rancorosos !!!!!!

Carla disse...

"E depois reclamam que o povo não sabe votar. Bando de bostas medíocres e rancorosos !!!!!!"


O pior é que o povo sem estudo e ignorante sabe votar sim senhor. A prova é que sempre odiaram o PT e seus candidatos. Quem pôs o Lula lá foi a classe média. Quem manteve foi a urna eletrônica...

É incrível como a verdade incomoda muita gente. Porém, ninguém usa uma mascara para si e outra para a multidão sem que esta desbanque aquela. Aproveita bem seu cargo comissionado seu incompetente que nunca mais você terá outra oportunidade. PT é igual catapora: só dá uma vez.

C. Mouro disse...

...hehehe ...hohoho!

Já há muito tempo eu tenho falado que socialistas são o esgoto da existência. Por conta disso eles precisam se "transmutar representaivamente" e fazerem-se partes de um "coletivo glorioso" a fim de se suportarem. Daí que atacar os ídolos representantes FABRICADOS PELA PROPAGANDA - a repetição insistente de que fulanos e beltranos são genios acaba por se tornar "verdade" consensual através da "espiral do silêncio" que, você Rodrigo, quebra ao expor suas críticas. Daí o ódio insuportado, manifesto por esses pulhas repetidores que, treinados para papaguear aquilo que os toca, repetem de forma invertida contra aqueles que os "ferem" em suas representações idiotas, concebidas e propagandeadas exatamente para prover alguma soberba, um simulacro de orgulho, para estes tipos desesperados e inconformados com aquilo que são.

Perceba que não há argumentos, só ataques verbais, xingamentos sem substancia. ...hehehehe!
A esquerda, socialismo/"comunismo" fabricou celebridades EXATAMENTE COM O PROPÓSITO DE PROVER "representantes gloriosos" PARA ESSES TIPOS QUE SE RECONHECEM PULHAS, QUE SE DESPREZAM TANTO que precisam do ridículo da representatividade coletiva: qualquer virtude - mesmo que meramente propagandeada - de qualquer "pedaço" do coletivo é parasitada pelos demais integrantes, mas os deméritos de qualquer dos pedaços passa a ser atribuido unicamente ao indivíduo. ...HEHEHE! Isso é o mais atraente do "COLETIVISMO" ...esses desgraçados PRECISAM se fazerem parte de uma coletividade "gloriosa" que se faz "gloriosa" através dos seus pedaços feitos representativos do todo. ....HOHOHO!

Daí que a esquerdiotia fabricou vários ídolos, mitos, simbolos, líderes messianicos e etc. para consolar desgraçados que se tornam massa de manobra dos espertalhões que se locupletam. ...hehehe!
A ideologia socialista fabricou, com muita propaganda, movida a "ouro de Moscou", inúmeras celebridades muitissimo aquém da propaganda, sobretudo por terem existido muitos outros muito melhores - quando a celebridade prestava para algo. Afinal, quando Hitler disse que "a mentira repetida mil vezes torna-se verdade", ele apenas estava expondo aquilo que já era sabido há milênios e já praticado pela URSS largamente.

Ataque-se os mitos representativos e a camarilha vai se contorcer como minhocas lançadas no cimento quente. ...hohohoho!

Eles se desprezam como indivíduos, precisam do mito, do ídolo, do líder, do messias glorioso, do "representante da coletividade" e etc., atacar essas fantasias fabricadas pela propaganda - repetição de elogios injustificados e não contestados, produzindo a "espiral do silêncio" - é o que de pior pode acontecer a esses pulhas, se perderem as "glórias representantes" não lhes sobrará nada para mitigar o desprezo que sentem por si mesmos, intimamente reconhecendo o que efetivamente são. ....hehehe!

Ah! quem produziu uma "internacional socialista" foi justamente a esquerda, os socialismos, para assim interferirem na politica interna de outros paises e produzirem a miséria materiaçl e moral/ética tão característica dos socialismos. Foi Cuba que invadiu Angola para matar dezenas de milhares de comerciantes INDEFESOS, também estuprando e matando mulheres, além de matarem até crianças - covardes - e com isso a prospera Angola mergulhou na mais abjeta miséria, enquanto as lideranças socialistas se tornaram grandes milionários, sócios e todos os empreendimentos rentaveis do pais impondo uma ditadura da nomenklatura. Além do mais foi a URSS que anexou territórios a si - imperialista de fato - e infiltrou e dominou vários paises na Africa e leste europeu e.... ...há muito mais que esses bostas desesperados não querem saber ....hohoho! Niemayer foi e ainda é um bosta copiador das formas encontradas nas revistinhas do Flash Gordon ...mas a parte interior, o atendimento de necessidades dos usuários e mesmo a racionalidade para instalações, o bosta nem sabe o que é ...é um copista de formas futuristas de gibis ....hehehehe! um bosta, capaz de projetar os brizolões e o sambódromo ...hehehehe! ...só um bosta poderia ser tão relapso

Mário disse...

Caro Rodrigo,

Como podemos notar, pelo "grande" comentário do "consciente e muito bem informado" severini (em minúscula mesmo, à altura de sua estatura moral), será longa e árdua a desratização na política na América "Latrina", latrina que esses esquerdiotas e esquerdopatas (aqui muito bem representados pelos petecopatas, pecedobcopatas, pstucopatas, etc) estão transformando nosso continente. Por isso, temos sempre que aplaudí-lo cada vez que chutar sem dó esse corja nojenta comunista.

Como sub-título da foto daqueles quatro imbecis, sugiro "OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE DA DEMOCRACIA NA AMÉRICA LATINA".

Um grande abraço.

André Barros Leal disse...

severini... quem tem que distribuir a renda é o governo?? Impressionante o quanto voce está equivocado. o governo não tem que distribuir riqueza nenhuma, isso é dever das empresas, trabalho esse realizado a partir do pagamento de SALARIOS. Essa é a única distribuiçao de renda aceitável. Entregar dinheiro não merecido a qualquer um significa escravizar a populaçao.

Com certeza, voce deve responder algo como: "e a fome, como acabar com a fome?" eu respondo da maneira mais simples: TRABALHANDO e recebendo pagamento pelo trabalho honesto desempenhado. Se o governo tem algum interesse em apressar esse processo, ele pode por exemplo, reduzir os seus gastos e baixando impostos, criando assim um ambiente saudável para empresas do mundo inteiro se instalarem por aqui.

Mas lendo o seu comentário, acho que voce vai chamar a minha pessoa de idiota, pois isso que eu escrevi vai totalmente contra a filosofia que voce segue, ou seja a necessidade é mais importante que o merecimento. MAS QUEM DEVE PAGAR POR ISSO? blank out!