quarta-feira, abril 30, 2008

Chega de governo obeso! - vídeo

Discurso em prol do corte dos gastos públicos, mostrando várias opções de onde cortar dezenas de bilhões de reais do orçamento deste governo inchado. As ONGs, o MST, o Ministério da Cultura, o Bolsa Família, as estatais, o quadro de pessoal, a previdência, a corrupção, enfim, temos diversas fontes para redução desse governo obeso. Afinal, somos cidadãos ou súditos de Brasília?

Link: http://www.youtube.com/watch?v=Dum-mZrXMFE

13 comentários:

Bernardo Waechter Dayrell disse...

Tardou mais chegou, a pandora tá aberta!

Tardou, mas chegou a compensação da fanfarrona derrubada da CPMF. Nosso governo de esquerda, como a maioria deles, exige a submissão financeira do povo governado. A Câmara dos deputados aprovou mais uma Medida Provisória (MP) – aliás, tem sido o recurso mais contrário à harmonia dos poderes, e mais usado pelo executivo brasileiro desde 1988 – essa MP visa aumentar a alíquota de cobrança da Contribuição sobre o lucro líquido das instituições financeiras de 9% para 15%, o que, evidentemente, não ficará nas mãos dessas instituições. Como bem sabemos, as instituições financeiras não ficarão com a batata quente, e logo, logo, passarão à frente, ou seja, a batata cairá no colo do povo. O povo sempre paga o custo final da boca grande do Estado absolutamente inchado. É envenenar a água da represa e quem morre são os ribeirinhos mais abaixo.
Consta na nova MP, que as bebidas frias receberão uma abocanhada do Estado gordo. Agora teremos uma cerveja, e refrigerantes mais caros; terei que voltar a beber vodca! Minhas liberdades coagidas pelos tentáculos ardilosos e sufocantes dessa hidra insaciável. O que falta em dedos na mão do Molusco, sobra no Estado que ele gere. E nós somos as virgens raptadas, ou as galinhas depenadas dos ovos de ouro.
Mas me parece que o povo (entenda galinha), já está muito acostumado com essa DERRAMA promovida pelo Estado. Acho que de tanta caganeira para sustentar a máquina estatal, o povo (a galinha), caso cortassem impostos, implorariam para o Estado voltar a cobra-los. Com certeza, por culpa do paternalismo enraizado em nossa sociedade, o Estado cortando gastos e intromissões na vida privada, deixaria o povo com uma certa sensação de vazio, de carência afetiva do verdugo coletor de impostos. E um rabo acostumado a receber a mão do Estado para retirar os ovos de ouro, não iria abandonar o hábito, assim como uma ex-puta é tentada a voltar para o serviço e ao seu cafetão. Vão putas, dêem a quem te devora as entranhas!

André Barros Leal disse...

Rodrigo, esses números deveriam ter sidos jogados na cara do Ciro no debate. Acho difícil, mas seria possível que ele calasse a boca.

Abner disse...

Olá!
Certa vez comecei a ler um artigo em que você falava da mania dos esquerdistas em atribuir existência física a certos conceitos como a "sociedade", enquanto você defendia que existia a opinião dos individuos.Poderia me dizer o título do texto para acabar de lê-lo pois esqueci.

Obrigado.

Rodrigo Constantino disse...

A Falácia da Renda Nacional

C. Mouro disse...

"O Estado! O que é? Onde ele está? O que fez? O que deveria fazer?
(...)
Pois é, caro leitor. Eu não tenho a honra de conhecê-lo, rnas aposto dez contra um que há seis meses você inventa utopias e, se você as inventa, aposto dez contra um que encarrega o Estado de realizá-las.
(...)
“O ESTADO é a grande ficção através da qual TODO MUNDO se esforça para viver à custa de TODO MUNDO.”

- Pois é, esse negócio de desejar uma "instancia superior" ao indivíduo é antiga. Também antigo é o desejo de cultuar esta "instancia superior" na esperança de obter dela algum favor, ou pelo menos que sirva para unir o grupo (rebanho) sob algo comum a todos, de preferência algo tomado grandioso.

Sem rumo sobre o certo e o errado, o indivíduo tende a entregar-se a achismos partilhados, como se a verdade dependesse de apoio numérico ou acordos majoritários. Acaba se então almejando a existência de uma "entidade suprema" que se sobreponha a todos - claro que de preferência tal entidade deve concordar "comigo" - assim pensa cada um -, para então impor a todos o modo como devem viver. Preferencialmente segundo a conveniência de quem defende o modelo de hegemonia de tal "entidade suprema", para ditar o certo e o errado e impor o "bem comum" que cada defensor concebe segundo a medida das conveniências que pretenda ou não camuflar. Daí que, efetivamente:

"O ESTADO é a grande ficção através da qual TODO MUNDO se esforça para viver às custas de TODO MUNDO".

Claro que estes que almejam o que chamo de "Estado de arbítrio" não podem admiti-lo, em nome da própria credibilidade. Acabam então defendendo que certas violações são compensadas pelas benesses que podem advir de um Estado, então, comportadamente arbitrário. Muitos nem mesmo se dão tais limites e clamam por um Estado totalitário mesmo. Defendendo que o direito dos indivíduos se origina nas deliberações do Estado (grupo hierarquizado privilegiado) capaz de garanti-los ou não. Ou seja, defendem que não há direito inerente aos indivíduos, pois que violáveis pelo Estado em nome de um "fim supremo" qualquer. Ou seja, repudiam o direito natural, pois que este não pode existir se passível de, dita, legitima violação pelo Estado.

Até certa época invocava-se a vontade de um deus qualquer como sendo a medida de todas as coisas, ditando o certo e o errado arbitrariamente através de seus porta-vozes. Agora já temos o tal Estado como entidade mística com direito pleno sobre os indivíduos, seja democraticamente ou não. Claro que uns querem limitar a ingerência da entidade na vida dos indivíduos segundo suas subjetividades, julgando que a plenitude lhes possa ser incomoda. Já outros não querem limite algum para tal “entidade suprema” justificada nos mais belos e fajutos fins. Querem esquecer que a idéia de "bem comum" não é universal. Mas cada indivíduo que se crê iluminado imagina que o "bem comum" de sua preferência é o "bem comum" verdadeiro, mesmo que muitos integrantes deste "comum a todos" discordem de que tal lhes seja benéfico ou justificável, e mesmo possuem outras idéias do que seria o verdadeiro “bem comum”. Enfim, gostam de sujeitar a idéia do “bem comum” a suas subjetividades em detrimento de outras, almejando então impor o que acham ser o “bem comum”. Lógico é que se precisa ser imposto sob a ameaça de um mal maior, não pode ser “bem comum”. Ou seja, o “bem comum positivo” calcado na atribuição arbitrária de obrigações, sujeitando uns a outros, não pode ser comum. Bem comum seria apenas negar o direito/Poder de uns submeterem outros pela ameaça de um mal ainda maior. Só próprio indivíduo tem direito de conceder ou prometer a outros aquilo que é de seu direito. Não há justiça na atribuição de obrigações de uns para com outros por terceiros. Só o próprio indivíduo pode assumir obrigações, só ele se pode obrigar a algo. O direito de um a algo nega a todos mais tal direito. (prop./uso).

Os ambiciosos de que a "entidade suprema" lhes seja conveniente, justificam-na como detentora de direitos sobre todos os indivíduos. É a força do achismo.

"Tem facilidade para obedecer aquele que sonha mandar"

Eu diria:
- aceita o jugo com facilidade aquele que sonha ser um senhor ou, justifica imposições aquele que sonha, de alguma forma, impor.

Abs
C. Mouro

- “Do Novo Ídolo.
Em alguns lugares do mundo existem ainda povos e rebanhos, mas não entre nós, entre nós há Estados.
Estado? O que é isto? Abram os ouvidos e lhes falarei da morte dos povos. O Estado é o mais frio dos monstros. Ele é frio mesmo quando mente; eis a mentira que sai de sua boca: ´Eu, o Estado, sou o povo’. É uma mentira”.

Thiago disse...

Cortar do Ministério da Cultura? Tá de brincadeira, né, Rodrigo?
Ainda que a utilização de leis federais de mecenato como a Rouanet e a do Audiovisual esteja deformada e viciada, não se pode negar que esse ministério é, acima de tudo, um mecanismo indispensável de articulação entre os agentes culturais brasileiros, incluindo diversos meios de financiamento, atuando nos mais diversos setores culturais. Há excessos e erros, sem dúvida, mas anatureza do ministério é legítima e indispensável, tal como se organiza o mercado cultural no país, bastante impiedoso às práticas culturais, diga-se.

Extinção é radicalismo insensato e insensível.

Fernandinho disse...

Constantino, fiz um leve desabafo no meu blog a respeito do debate com Ciro Gomes. É impressionante sua educação, memso o homem sendo o mais mal educado do mundo...

abraço

e o lançamento do seu livro em São Paulo?

C. Mouro disse...

Vale a pena ver todos , e 6,7,fim do 8.

http://br.youtube.com/view_play_list?p=9E779415F4B01A64

Osmar Jr. disse...

Rodrigo, ví vc indicando um filme outro dia aquí no seu blogger, "A Procura da Felicidade". Sinceramente, não fazia planos de assisti-lo, pois imaginava ser mais filme daqueles "chora sem parar". Bem, assistí e gostei. Pergunto vc já assistiu "A Vida dos Outros"? Filme alemão candidato a OSCAR de filme estrangeiro do ano passado... Belo filme!

Anônimo disse...

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL451581-9356,00-MINISTRO+GARANTE+PUNICAO+PARA+REPASSE+DO+REAJUSTE+DE+GASOLINA+AO+CONSUMIDOR.html

Essa vai te deixar maluco, Constantino. Me deixou também hehehe

bjordan disse...

bom video interessante, novo formato.

MAS a locução precisa melhorar , vc grita muito parece um candidato do PSOL falando , há muita raiva em vc como o lulla de 89.


um rodrigrinho paz e amor, o tornará muito amis palatável , não que o discurso precise mudar, MUITO pelo contrário. apenas a forma


talvez um terno como a do sua foto melhore a imagem e mantem o padrão.

o fundo de livros é legal aparenta erudição

Mauricio disse...

Você foi na biblioteca pública mais próxima gravar esse vídeo né? hehe

Brincadeira, ficou muito bom o seu vídeo. Se você der uma melhorada na postura fica melhor ainda.

Você bancando o malvado fica muito forçado, seja mais natural.

André Barros Leal disse...

Thiago,

Acabar com o Ministério da Cultura seria apenas um começo. Na minha opinião, qualquer número acima de 10 ministérios é exagero.

Mas voltando ao Ministério da Cultura... Filmes, peças de teatro, shows, poesia e muito mais devem sr encarados de forma muito sensata. Vivemos em um mercado "livre". O consumidor é o grande juiz nas relaçoes comerciais. Ele decide qual produto ou serviço deve permanecer no mercado quando efetua uma compra. Por que motivo o governo deve financiar alguns artistas e não financiar outros? Por que motivo o governo deve garantir retorno a alguns produtores às custas de impostos de pessoas que não tem interesse em assistir tais espetáculos?

Particularmente, eu acredito que se um determinado produtor não consegue incentivo para sua obra é por um simples motivo: ninguem se interessa pelo que ele quer dizer.