sexta-feira, janeiro 12, 2007

A Imoralidade de Robin Hood



Rodrigo Constantino

"When one acts on pity against justice, it is the good whom one punishes for the sake of the evil." (Ayn Rand)

Não há como localizar historicamente Robin Hood com certeza. A existência de um fora-da-lei nas florestas de Sherwood durante a Idade Média parece ser um fato. Mas evidências apontam para vários possíveis indivíduos que se encaixam nas narrações lendárias, e como Robin Hood tornou-se um apelido comum para foras-da-lei, fica praticamente impossível determinar qual foi o verdadeiro. Uma das fontes da lenda Robin Hood foi o historiador escocês John Major, que retrata em 1521 suas ações, que teriam ocorrido no final do século XII. Mas qual foi o verdadeiro e original Robin Hood, e quando exatamente ocorreram suas ações, não são pontos importantes para o objetivo desse texto. Aqui pretendo apenas tratar da "herança maldita", para usar termo em moda, que essa lenda representa até os dias atuais.

Vale antes um caveat, para esclarecer uma distinção importante. Alguns defendem que Robin Hood não fazia mais do que recuperar o que era tomado à força, via impostos, pelas autoridades. Ele estaria, nesse caso, tirando de quem roubou de verdade o bem, e devolvendo-o a quem este pertencia. Mas não é esta a imagem que perdurou de Robin Hood. Quando mencionam este nome, estão se referindo aos que tiram à força dos que têm mais, para distribuir aos que necessitam, não importando quem produziu os bens, ou a quem eles pertenciam a priori. Estão declaradamente concordando que a necessidade basta como conceito de justiça, não importando o direito à propriedade. É esta segunda visão, a predominante, que irei atacar como totalmente imoral.

Um princípio moral básico é o direito à propriedade, começando pelo seu próprio corpo. Se não somos os donos dele, não passamos de escravos, de seres sacrificáveis para algum outro objetivo alheio qualquer. A consequência natural desse direito básico é que devemos ser donos também dos frutos do nosso esforço físico ou mental, da nossa produção, seja física ou intelectual. Há uma confusão aqui, normalmente por parte dos marxistas, no conceito de exploração dessa produção. Um trabalhador que não é autônomo, mas sim faz parte de uma organização maior, não vive da venda de produtos do seu trabalho, mas sim da venda do seu trabalho em si. Os benefícios dessa divisão de trabalho já são amplamente conhecidos desde David Ricardo. Alguém que executa uma tarefa específica pode obter, via a troca voluntária, inúmeros bens e serviços, que seriam impossíveis individualmente. Ele não está produzindo os bens finais que demanda, mas sim trocando voluntariamente sua habilidade específica por dinheiro, apenas um meio de troca para a obtenção dos bens desejados. Como é algo voluntário, não há exploração. O conceito de mais-valia é falacioso, portanto. E o critério de justiça ou moralidade aqui parece evidente: que o indivíduo possa ser o dono daquilo que ele ou produziu ou vendeu voluntariamente como seu trabalho para outro produzir. Nem mais, nem menos!

Assim, todos seriam livres para realizar trocas voluntárias, tendo que sempre oferecer algo de valor, no julgamento dos outros, para obter os bens e serviços que ele julga valiosos. Sua produção é sua única ferramenta para a sobrevivência digna, e a troca livre o único meio justo para obter o que não produziu, mas deseja. A alternativa é o roubo, é a apropriação indevida, através da força, coerção ou fraude, daquilo que ele não produziu nem obteve livremente oferecendo algo de valor em troca. Para esses, chamados marginais, existe o Estado, com seu papel precípuo de polícia, protegendo os cidadãos livres e honestos. O problema, cada vez mais comum e grave, é quando o próprio Estado resolve bancar o Robin Hood, ignorando esse aspecto moral de justiça, e invocando o abstrato e arbitrário termo "justiça social", como se a necessidade passasse a garantir o direito de expropriação da propriedade privada. Fica, nesse caso, legalizado o roubo, o direito de escravizar alguém e tomar a força sua produção, somente porque outro dela necessita, mas não quer ou pode oferecer nada de valor em troca. Os que produzem se tornam escravos dos que necessitam. Em pouco tempo, quem irá produzir assim?

Tais inescrupulosos escondem-se sob o manto de um suposto altruísmo, como se ser solidário com a propriedade dos outros fosse nobre e moral. Um indivíduo sentir pena de um miserável ou necessitado, e tentar ajudá-lo com seu esforço pessoal, é algo notável. Mas alguém que, em nome dessa pena, escraviza inocentes, rouba-lhes os frutos de seus trabalhos e ainda chama isso de justiça, não passa de um imoral. A solidariedade precisa ser voluntária. Discursos nobres e românticos, que pregam o altruísmo, mas que acabam defendendo medidas que utilizam recursos alheios para tal "altruísmo", são pura perfídia. E infelizmente a institucionalização dessa imoralidade à lá Robin Hood dá-se no próprio Estado, que passa a existir não para proteger a liberdade individual, mas para tirar de alguns à força para distribuir aos pobres, como se necessidade fosse critério de justiça. Se fosse, um carente necessitado de sexo teria o direito de estuprar uma donzela inocente, já que o consentimento não importa. Sem falar que achar que os bens roubados chegarão aos pobres é uma utopia, dado que para possibilitar a existência desse Robin Hood gigante e legalizado, concentram poder absurdo no governo, e concentração de poder em poucos é garantia de corrupção.

Nem o conceito de justiça, nem o argumento de resultado prático, sustentam a defesa de legalizar Robin Hood na figura do Estado. A mentalidade precisa mudar. As pessoas têm que entender que a necessidade não é uma carta branca para que indivíduos tornem-se objetos sacrificáveis, escravos dos que necessitam. Quem tem necessidades, tem que trabalhar para supri-las. Tem que oferecer algo de valor em troca daquilo que necessita. E em último caso, dependerá da solidariedade alheia, que por definição não pode ser imposta, compulsoriamente, mas sim voluntária de cada indivíduo. Tirar dos ricos para dar aos pobres é imoral. Precisamos abandonar o romantismo do mito de Robin Hood, que não passa de imoralidade transvestida de altruísmo.

15 comentários:

O Direitista disse...

É um ponto interessante que estas duas visões de Robin Hood tenham se misturado, o que dificulta o julgamento de valor. Roubar o que tinha sido roubado por impostos abusivos não é o mesmo que "roubar dos ricos para dar aos pobres". A confusão é nossa maior inimiga neste caso.

Jabuticabo disse...

Governo Robin Hood!? A comparação parece fora de lugar. O governo, na história de Robin Hood, mas não apenas nela, tirava dos pobres para dar aos ricos.

Nas diversas versões da história, a grande injustiça estava em uma desapropriação: a conversão das terras comuns em propriedade privativa da nobreza e do rei. Daí a proibição de caçar e as taxas pesadas no cultivo da terra. Robin Hood e seu bando tomam a floresta desapropriada, assaltando nobres e comboios com propriedades da coroa em meio a pilhérias e comentários irônicos. Esta história deve ter tido muito apelo junto às pessoas nas últimas centenas de anos para ter sobrevivido aos nossos tempos.

A história, sem um autor conhecido, é uma lenda inglesa que, na minha opinião, glorifica a rebeldia do indivíduo contra o poder constituído.

Eu realmente não esperaria que ela fosse tratada assim neste post, que "dar aos pobres" pudesse ser considerado uma expressão da liberdade pois aqui, como em geral acontece no Brasil, é pregado um libertarianismo com limites bem estreitos.

Anônimo disse...

Concordo com jabuticabo, pra mim Robin Hood lutou contra a opressão, contra um governo corrupto e devolveu a liberdade ao povo. A riqueza distribuída era justiça e moral.

Zaqueu P Souza disse...

Caro Rodrigo,

Como sempre seu texto toca numa questão muito pertinente. Na verdade, foram feitas muitas tentativas de criar uma teoria psicológica sobre este assunto. A aplicação desta "vertente" de pensamento é no minimo injusta, isto porque nem todos os ricos merecem. O Estado sim, este é como sempre o agente normalizador de grandes imoralidades.

C. Mouro disse...

A estória de Robin Hood, talvez história, evidentemente sofreu deturpações, e para o senso comum Hobin Hood tirava dos ricos para dar aos pobres. Isso é o que se tem sobre R. Hood no senso comum, essa é a visão, imagem passada, que está nas mentes. Efetivamente os ricos eram "do governo", com privilégios estabelecidos "por lei" numa hierarquia social (como os socialistas desejam). Assim Robin Hood apenas retomava aquilo que era efetivamente EXPROPRIADO - não era trocado - pela força. Ou seja, efetivamente R. Hood era um fora da lei, mas não um ladrão; pois que os ladrões, organizados e hierarquizados, faziam as leis, exatamente como ainda atualmente.
Essa deturpação da estória, ou história, de Robin Hood visou se adequar àquilo que justifica toda a política ideológica milenar.
O Poder estatal precisa de uma justificativa para se fazer totalitário, e faze-la aceitável exige manipular mentes e corações. É claro que é muito mais fácil criar crenças através de antagonismos, criando discórdia dentre a tropa a se combater. E criar discórdia é criar inimizades, rancores e etc., até mesmo inventar inimigos para fazer amigos. Assim, inimizar pobres e ricos, empregados e patrões, negros e brancos e etc., é fundamental para o Poder estatal conquistar apoio; se não por "amor" a si, pelo menos por ódio ao outro.
No caso em questão, Robin Hood, é comodo para o governo transferir a simpatia a R. Hood para o governo, deturpando a idéia de "quem Tira do governo e seus parasitas para Devolver aos legitimos proprietários" - ética/justiça - para uma idéia de "quem Rouba dos ricos para Dar aos pobres"; arbitrando uma moral ideológica já há muito incutida nas mentes, pela insuflação do ódio contra os ricos e ganânciosos. Ou seja, O Poder estatal se valeu desta moral quinta coluna e adaptou o mito de Robim Hood a sua conveniência. Claro que aqueles manipulados por tal moral arbitrária tendem a aceitar a deturpação em causa própria (acreditamos com facilidade no que convém), como um reforço moral pelo aproveitamente da simpatia por Robin Hood, até que se perca de vista o fato para sobreviver apenas a versão falsa.
O mesmo acontece em muitos casos, onde deturpar desavergonhadamente é conveniente a interesses. Lí ontem o artigo de um astrólogo filosófico onde bem se pode perceber a baixeza: o sujeitinho sempre faz uma associação leviana de ateus com socialistas marxistas, ou comunistas como prefere. Então quando se lhe expõem que ateus não são necessáriamente comunistas, ele se sai xingando, afirmando que não se refere aos ateus não comunistas, atribuindo má interpretação. Ora, isso é algo que não apenas imbecil mas muito pior ante um julgamento ético, é algo que deveria ser moralmente condenável. Afinal, se há ateus comunistas, e se líderes comunistas eram ateus, também há cristãos comunistas; há mesmo um santo que precedeu Marx na idéia comunista, inspirado em Platão - Thomas Morus. Ou seja, não há qualquer motivo para citar ateus comunistas, pois se os há também deveria citar os cristãos comunistas com mais propriedade para tal. Pois os judeus essênios eram, muito antes, uma seita comunista e mesmo se diz que cristo era essênio.
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Ou seja, estas associações e deturpações desavergonhadas são comuns àqueles que não se tombam aop pejo ante as cretinices que praticam. Fazem da mentira, da deturpação, da ssociação leviana uma arma para seus interesses, e chegam mesmo a se gabar de seu palavrório enganador, como se desonestidade fosse inteligência.
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Sobre a mais valia de Marx, esta já se desmoraliza ante a troca voluntária, como ressaltou brilhantemente o Rodrigo, mas Marx matreiramente focou na idéia de valor ou preço relativo para construir seu embuste. De forma que arbitrou a forma de avaliar os bens e serviços (com exceções) de modo a validar sua estúpida "mais valia". E nessa estupidez se viu obrigado a arbitrar outra para se livrar de questionamentos óbvios que demonstravam a imbecilidade. Ou seja, arbitrou que o valor seria referido, medido, pela quantidade de tempo para produção. Mas teve que adequar esta asneira arbitrando que se deveria arbitrar um tempo padrão para cada produto, um "tempo socialmente necessário". Mas não explicou perfeitamente como chegaria a tal padrão, com que base se o determinaria, e nem como faze-lo ante uma dinamica criação de bens e serviçõs em vários modelos e acabamentos. Ou seja, teria que também estabelecer o que seria produzido e os modelos, proibindo criações, pois sem isso seria impossível estabelecer tal padrão para um infinidade de produtos dinamicamente criados e em inumeros modelos e padrões de execução. Ou seja, fopi um embuste, mais uma concepção idiota, inatingível, mas que serve como hipócrita justificativa para pleitear Poder político totalitário.
Os embusteiros são muitos, e há muitas outras maneiras de "esfregar a cara de Marx na merda", tantas são as questões que se lhe pode opor para demonstrar quão estúpidas são suas idéias, tão estupidas que não podem ser mera burrice, mas sim SAFADEZA.
Abraços
C. Mouro

josé antonio disse...

Nos dias da Revolução Industrial, só para citar um exemplo dentre os muitos na história, havia operários com uma jornada de trabalho de 16 horas, vivendo na promícuidade das indústrias, muitos obrigados a levar seus filhos de até 6 anos para o trabalho junto às máquinas, quando estes não ficavam em "casa" alheios à própria sorte. Em todos estes casos, sem sombra de dúvidas, os operários não estavam vendendo, se é que assim se pode dizer, sua força de trabalho "para obter os bens e serviços que ele julgava valiosos". Eles o faziam por serem afetados por um cruel determinismo de terem nascido num meio já envolvido pelos tentáculos de um sistema burguês que dita suas próprias regras (a lógica do lucro, de minimizar os gastos com o operariado, etc).
Isto só para elucidar alguns caminhos seguidos pela aqui venerada burguesia que também soube muito bem recorrer a um governo centralizado e intervencionista quando da formação das Monarquias Nacionais.
Ao criticar a postura da ideologia marxista, por acaso, Rodrigo, você está chamando estes abusos cometidos contra classes como o proletariado de "trocas voluntárias"? Será que a todos realmente resta a possibilidade da "troca justa" e da "sobrevivência digna"?
É evidente que não se pode concordar com aqueles que tiram dos bens dos que batalharam para alcançá-los para dar aos fracassados ou omissos desta batalha, mas que pelo menos tiveram a oportunidade de batalhar. Não sou marxista, e nesta ideologia posso ver muitas incongruências.
Para difundir a idéia liberal ou qualquer outra pretendida neste blog, no mínimo deve-se atentar às palavras de um dos maiores manipuladores de massas que já houve, Adolf Hitler, quando se referia exatamente ao marxismo no capítulo V de "Mein Kampf": "Quanto mais eu me preocupava com a idéia de uma modificação de atitude do governo com relação à social-democracia (que representava o marxismo) tanto mais eu reconhecia a falta de um sucedâneo para essa doutrina".
Isto significa, Rodrigo, que quando pretendemos por algo abaixo devemos apresentar uma alternativa e uma alternativa coerente, devo acrescentar, muito mais que escapar de uma utopia incorrendo em outra. As coisas não são tão simples quanto parecem...

C. Mouro disse...

Uma coisa pelo menos é animadora: os marxistas e socialistas, seja pela inveja ou pelo oportunismo, já começam a ter vergonha de se apresentarem como tal; dizem-se não "comunistas", não marxistas e mesmo não socialistas. Isso é um bom começo, sinal de que já há uma "GPF" mental que tenta se enganar com apelos sentimentalóides forjados em fofocas. Ou seja, a razão começa a incomodar esses tipos repugnantes. ...e isso é bom! e indica que o caminho é exibir fatos e razões contra essa ideologia de safados e frustrados.
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Abraços
C. Mouro

C. Mouro disse...

Ah! É bom lembrar que: QUEM TEM POR HÁBITO USAR A FORÇA PARA CONSEGUIR O QUE QUER, TEM POR HÁBITO QUERER SEMPRE MAIS.
É bom lembrar também que Hitler era um socialista contrário à burguesia, que pretendia impor sua ideologia safada em nome dos "explorados" trabalhadores.
Toda essa canalhice socialista sempre visou uma sociedade hierarquizada, com os governantes e parasitas agregados ocupando as primeiras posições, ficando os pagadores de impostos igualados hierarquicamente e materialmente como servos do aparato estatal diferentemente hierarquizado em Poder, privilégio, exatamente como no feudalismo. Como disse F. Nietzsche, o socialismo é que é reacionário. Não por outro motivo a propaganda socialista sempre obteve largo apoio das oligarquias. Afinal socialismo é coisa de rico amparado ou encastelado no Poder estatal.
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Abraços
C. Mouro

C. Mouro disse...

Já sobre a "lógica do lucro" (que chavão imbecil, cruzes!), a questão é de escassez e não de vontade de lucrar mais.
Vejamos, há uns 10 anos um gravador de CD custava mais de R$ 1200,00, se corrigirmos tal valor chegaremos a algo lá pelos R$ 2000,00. Poucos compravam estes gravadores muito inferiores aos atuais. Atualmente um gravador de CD está por volta de R$ 80,00 (menos até, eu paguei R$74,00). Então eu pergunto aos IMBECIS: por que disso???? ...será porque os burgueses deixaram de ser gananciosos? ficaram bonzinhos socialistas??? será que já não se guiam pela "lógica do lucro"? - que bordão imbecil!: mantra de asnáticos sem argumentos. ...É claro que os empresários não mudaram, pô! Pois a questão é que no início da produção se o preço fosse equivalente ao atual haveriam mais compradores do que produtos, e se fariam filas para compra-los. Certamente que, como nos países socialistas, o lugar na fila dependeria das amizades com produtores e distribuidores (no socialismo, a hierarquia estatal). Porém, o mercado livre é tão justo que quem paga mais no início da produção, digamos os mais abastados geralmente, acaba proporcionando margens de lucro maiores que permitem investimentos mais rápidos para aumentar a produção. Ou seja, os abastados financiam rápidos investimentos que permitirão aumentar a produção para vender (trocar) por valor menor aos menos abastados. Pois quanto mais a produção puder atender à demanda, menor será o lucro e o preço; até o limite do lucro avaliado subjetivamente.
Contudo, quando ante a possibilidade de grandes lucros o governo (parasitas safados) impõe maiores impostos para sustentar parasitas que o apoiarão, este acaba reduzindo as margens de lucro, e com isso reduz os investimentos; e com isso a produção não cresce tão rapidamente, mantendo a miséria.
...EIS A CAUSA DA POBREZA, DA QUAL SE VALEM OS PARASITAS ESTATAIS E FRUSTRADOS PARA DEFENDER O PARASITISMO ESTATAL. ...ISSO, DE FATO, DEVERIA SER UMA VERGONHA!
E com isso o proprio governo cria a idéia de juros "subsidiados" - o próprio governo que enxugou o capital disponível, passa a oferece-lo aos "amigos do rei", que financiam políticos estatistas safados (corruptos). Ou seja, o governo assume a plena hegemonia sobre a produção e tutela a criação de riquezas, bem como se torna FORTE determinante do enriquecimento individual: uma safadeza inominável, uma calhordice absurda ...nem mesmo tenho palavras para me referir a fato tão repugnante.
Abraços
C. Mouro

José Antonio disse...

amigo, desculpa! não sabia que ia te ofender tanto assim! coitado, dá até pena ver o pobre se acabando em posts inócuos numa frustrada tentativa de esconder o sentimento de humilhação...

Abraços!!!

C. Mouro disse...

...hehehe!

Anônimo disse...

Quanta estupidez...uma mente liberal limitada, panfletária...medonho sem dúvida...

Rodrigo Constantino disse...

Com tantos argumentos embasados assim, não é difícil entender porque o colega acima preferiu o anonimato...

Jabuticabo disse...

Opa... eu não sou anônimo não... o endereço de email que eu dei é válido, assim como o blog.

Anônimo disse...

Pra ajudar a clarear o raciocínio:

Robin Hood terá nova adaptação no cinema
7 de junho de 2007

O herói Robin Hood vai ganhar uma nova adaptação para o cinema com “Nottingham”, projeto que marcará o quarto encontro entre Russell Crowe, que interpretará o xerife de Nottingham, e o diretor Ridley Scott. Ambos já trabalharam juntos em “Gladiador”, “Um Bom Ano” e “American Gangster”, ainda inédito. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o filme também contaria com as presenças de outros nomes de peso, como o roteirista Brian Helgeland, conhecido por seu trabalho em " Los Angeles - Cidade Proibida", e o produtor Brian Grazer, de "Uma Mente Brilhante". No filme, o xerife de Nottingham é apresentado como o mocinho, enquanto a generosidade lendária de Robin Hood é questionada. As filmagens devem começar no próximo ano.