sexta-feira, junho 13, 2008

Um Petralha Atípico

Vejam que coisa rara!!!! Um cara que não tem vergonha de dizer que é ladrão mesmo, vagabundo que rouba porque não quer trabalhar, e que ainda por cima gera empregos com seus roubos!!!!! Só pode ser um petralha! Cai na mesma falácia da "janela quebrada" que Bastiat chamou a atenção, igualzinho a todos os esquerdistas que juram que gastos públicos criam empregos. Ignora aquilo que NÃO se vê, onde esses recursos poderiam ser gastos de forma alternativa.

O ladrão ainda acha que é deus quem lhe guia, pois ele rouba de gente mais pecadora que ele. Tirar dos que têm mais é justiça segundo ele, exatamente como na mentalidade invejosa dos petralhas. Ele acredita que "contribui para o bem de todos". Ou seja, ele faz a "justiça social". Não é assim que os petralhas justificam seus roubos?

Além desse ladrão figura ser sincero ao assumir que rouba porque é vagabundo, uma outra diferença dos demais petralhas chama a atenção: foi preso roubando "catorze real". Isso é uma afronta para o PT! Se for pego, tudo bem, faz parte do "negócio". Mas que seja com milhares de dólares na cueca! Aí o partido até ajuda o companheiro, sai em sua defesa. Mas um petralha preso por causa de 14 reais?!?!?! O dízimo ao partido nem chega a 2 reais. O PT com certeza iria expulsar esse ladrão do partido!

Vejam: http://youtube.com/watch?v=7lRl0s4hNOA

5 comentários:

Anônimo disse...

Rodrigo, não sou intelectual, não sou um poço de cultura, mas também não sou nenhuma acéfala, que não percebe que estamos em um caminho sem volta. E acho sinceramente que o nosso país só sairá desse lamaçal quando o povo de bem parar com essa histórinha de que é pacífico, bondoso, democrático, e o escambal, e partir para ações mais enérgicas.
Na realidade somos covardes, acomodados, omissos, beirando a demência.
Desculpe o desabafo, mas não suporto mais viver em um país que vive atolado na merda, e o povão ainda tem a imoralidade de dizer que é feliz.
Feliz com o que? Com a alta carga tributária? Com os saques promovidos por esses políticos nojentos? Com a precariedade da educação? Com o total abandono na saúde e segurança pública?
O Brasil não é mais um país de terceiro mundo, mas sim de outro mundo.
Tô cansada de ficar vendo tanta sujeira, e ainda ter que conviver com os hipócritas que ao invés de irem às ruas pedindo a moralidade, a ética, vão às ruas com camisetas brancas, pombinhas, pedindo PAZ.
Sei que não devemos nos comportar como a margináia de plantão tipo: MST, Via Campesina, Sindicalistas e o escambal. Mas daí ser um bando de cordeirinhos mansos, já é demais.

Abraços

Giselle

Anônimo disse...

"As for adopting the ways which the State has provided for remedying the evil, I know not of such ways. They take too much time, and a man’s life will be gone. I have other affairs to attend to. I came into this world, not chiefly to make this a good place to live in, but to live in it, be it good or bad..."

"All men recognize the right of revolution; that is, the right to refuse allegiance to, and to resist, the government, when its tyranny or its inefficiency are great and unendurable. But almost all say that such is not the case now."

Henry David Thoreau.

Jabuticabo disse...

hm... Hayek trocou o problema econômico por uma obra que influencia as políticas públicas há gerações.

... o autor do blog trocou o problema econômico pela galera do estádio, para ajudar a xingar a mãe do juiz.

Anônimo disse...

Ah, Rodrigo, o que é isso?

Canalhas somos nós(ou somos "nozes", parafraseando outro vídeo que faz sucesso no You Tube)alinhados com o pensamento dos yankees,semitas e neoliberais (existe isso?).
Para que trabalhar se o estado pode nos sustentar?
E quem vai pagar a conta? Bom, aí o problema não é mais nosso...

Bons mesmo são o Fidel, o Cháves, o Morales...

É rir pra não chorar...

Anônimo disse...

A coisa que um tipo ideológico mais sente doer é expor a pouca, ou inexistente, qualidade de seus ídolos representantes.

Estes tipos cultivam absoluto desprezo por si mesmos, vez que se conhecem. Por isso são irresistivelmente COLETIVISTAS. Pois assim se fazem "representar" na vagueza de uma coletividade - nacionalidade, organização ideológica, caracteristica agregante arbitrada, grupamentos corporativos ou gangs, quadrilha, patota e etc..
Sempre convencendo-se que sua individualidade é apenas um pedaço de "um todo" maior e mais glorioso aon ser afirmado superior a qualquer individualidade. Desta forma o que o sujeito é em si torna-se desprezível ante a possibilidade de ser um "pedaço de um coletivo glorioso".

Ocorre que tal "glória" de talcoletivo é resultante do parasitismo das glórias individuais atribuidas ao tal "ente coletivo". Assim, por exemplo, um moreno convence-se a orgulhar-se por ser moreno tendo em vista que um fulano também moreno realizou certa proeza. Ou seja, a "coletividade dos morenos" conta com a glória de um moreno. Assim os morenossão gloriosos. ...hehehe!

O exemplo citado acima poderia ser relativo a um coletivo de "comunistas", "Keynesianos", "Hayekianos", artistas, assalariados, empresários, uma nacionalidade qualquer, uma "raça", uma atividade profissional, uma religião, uma Igreja, de um time em sua vaguesa como entidade, e etc.. Enfim, escolhe-se um grupo/coletividade qualquer escolhendo-se determinada característica e assim concebem o grupo arbitrado, ou grupo teórico, como entidade representativa que representarámais gloriosamente indivíduos frustados em suas expectativas sobre realizações pessoais. Precisam então fazerem-se pedaços de um "ente glorioso superior a meros indivíduos". De forma que a "grandeza do todo" possa ser parasitada pelos pedaços que assim tentam envaidecerem-se:

- Todo tipo vaidoso e inseguro, pois busca na opnião alheia o que nõa encontra na própria. Já que a opinião alheia pode ser manipulada por aparências em detrimento da essência. -

Porém, grande parte da "glória" da entidade exótica ou "ser coletivo" é obtida pela captura de glórias individuais, digamos assim. Por exemplo o torcedor de um time sente-se vencedor quando seu time vence. Se entristece quando perde. Um tenista, piloto, líder e etc. "representante" dos membros de uma nacionalidade.

Quando o "coletivo" depende de ídolos fabricados pela propaganda, a demonstração de quanto o ídolo é um ser vergonhoso acaba contaminando toda o "entidade coletiva". Por exemplo se Marx for ostentado comprovadamente como um embusteiro de baixa qualidade. Ou se a determinada Igreja for demonstrada como praticante de coisas desmerecedoras (seus líderes), bem como seguidores de determinada ideologia praticarem fatos depreciadores. Ou seja, no caso dos ídolos é mortal para os desgraçados coletivistas, eles entram em frenesi psicótico, pois que a exibição dos demeritos dos ídolos influencia na opinião alheia que tanto temem. Pois derrubado o ídolo-mito com seu característico entorno ideológico, o desgraçado perde seua fonte de "mérito". Nocaso de "pedaços comuns" do ente, odesespero leva a que desesperadamente afirmem que o "pedaço" da entidade "não e um pedaço verdadeiro". Tipo, os motoristas de onibus afirmam que "os motoristas de onibus são garanhões". Então, diante de um motorista gay eles histericamente afirmam irritados: "esse nã e um motorista de onibus verdadeiro". ...hohoho!
Assim tentam enganarem-se e mitigarem odesconforto ...hehehe!

Se Marx e assemelhados ficam demonstrados como meros embusteiros de merda, isso causará extremo desconforto nos tipos que os têm como ídolos e exemplos de mérito por tallhes ser conveniente. Ouseja, derrubado o mito do ídolo, derrubado o mérito que parasitavam. ...hehehe!

Assim os coletivistas ou ideológicos de qualquer ideologia (ideologia guia-se por fins que a tudo têm a pretensão de justificar e ditar moralmente) precisam defender ídolos e entidades estapafúrdias como se tivessem vida própria. ...hehehe! ...delas dependem para mitigar o desprezo que sentem pelo que são EM RELAÇÃO AS AMBIÇÕES E DELÍRIOS SOBRE O QUE DESEJARIAM SER. ...hehehe!

...esse é o maior castigo que sofrem, serem obrigados a imecilidades das mais repugantes em busca de algum consolo para suas personaldades despreziveis, e que por tal tudo se permitem. Jáque o orgulho não obtêmem si próprios, mas no grupo arbitrado a que pertencem. Se nada almejam de si para si, nãose respeitam e tudo se permitem fazer.

É o orgulho, é oindivíduo buscandoem si reconhecimento de seu PRÓPRIO mérito que faz dele um sujeito coerente e rigoroso moralmente. O coletivista não tem orgulho de si, ele despreza-se, pois considera-se incapaz de realizar suas aspirações delirantes de grandeza, daise apega a "entidades" que lhe fornecerão o orgulho postiço.

Não é por acaso que líderes ideológicos condenam fortemente a idéia de orgulho, como se orgulhar-se de si fosse algo nocivo, quando é benefico. Pois um sujeito orgulhoso impoe-se os limites de seus próprios julgamentos. Já um ideológco se permite qualquer coisa em nome da "causa coletiva" de onde tenta extrair algum orgulho postiço, dada as limitações individuais para seus delírios de grandeza, para sua ambiãode grandeza.

...que tristeza!

Abração
C. Mouro