domingo, junho 23, 2013

E agora, o que fazer?


11 comentários:

Anônimo disse...

Olá Rodrigo. Deixo o comentario do Youtube no teu Blog tambem: Algo é possívelmente melhor que nada, mas você pensa que a vitória nas urnas vai servir realmente para mudar alguma coisa significante ? O problema do Brasil ao ver de outros não é exclusivamente político-economico (não deixam de ser importantes). Se acredita que há problemas sociais e culturais talvez muito profundos que não sao sanados por uma mera eleição vitoriosa.

espera pelo quarto de bilhão disse...

demographia é fogo mesmo

Sol disse...

Obrigada, essa fala é muito mais construtiva. Sempre dar um norte, ou pelo menos apontar para ele, é melhor do que aterrorizar. Sim concordo com você que com a anarquia há uma certeza e uma dúvida: a certeza é a ditadura, a dúvida é se será de esquerda ou de direita. Mas terror é a última coisa que precisamos.

Ricardo disse...

Rodrigo, a gente sabe bem que quem elege o presidente nao é quem paga a conta. Isso ficou muito claro nas ultimas eleições. Estamos diante de um impasse? Queria saber se você concorda ou não e o que isso impacta no seu apelo.

Anônimo disse...

Bom vídeo Rodrigo, mas poderia ser mais conciso.

ntsr.

Louco Brando disse...

Aê, agora sim!!! Percebeu que as manifestações não são mero "fogo de palha" e que alguma direção devia ser tomada... muito bom!

Concordo com a "solução" por você proposta, é o máximo que pode ser feito no curto prazo seguindo as "regras" (apesar do lado de lá nunca seguir, mas, enfim...) e trabalhar na direção de um partido NOVO é exatamente o que penso, porém, quais seriam os nomes, na sua opinião, para a confecção desse partido?!!

Já queria saber quem apoiar... ler as propostas e afins... vai que é possível trazer esse partido à luz do dia ANTES das eleições de 2014, não?!

Danilo Costa disse...

Rodrigo Constantino, não vejo diferença entre o PSDB e o PT, teoricamente. Partidos de centro-esquerda assistencialista e "coalizador frenético". Aécio Neves fez um péssimo governo em Minas Gerais. Não melhorou as rodovias, educação e hospitais públicos. Acredito que as privatizações em 1994 (que tinha originado no governo Collor) ocorreram devido ao estado de emergência que passava o Brasil e empresas estatais falidas. Tantos que o Brasil continuou sendo um país muito fechado e protecionista. Os partidos são de oposição, não por ideologia, mas por diferentes interesses privados. Com diferentes alianças e diferentes apoios de grandes empresários.

Marcus Prado disse...

Boa noite Rodrigo,

Parabéns pelo vídeo, mais uma vez você demonstra ser uma ilha de lucidez, coerência e inteligência no mar, ou melhor, no oceano de mediocridade intelectual e cultural em que nos encontramos atualmente.
Tudo o que você disse sobre o PSDB, ao contrário do que muitos dizem para depreciá-lo, NÃO ser igual ao PT, passei anos tentando explicar para meus amigos petistas (todos funcionários públicos), mas além de não conseguir convencê-los, ainda fui excluído da turma...
E sobre como teriam sido esses dez anos, não com os PTralhas corruPTos incomPTentes no poder, mas com a continuação da política econômica de FHC, através de José Serra ou Geraldo Alckmin ou Aécio Neves, é óbvio que o país estaria muito melhor, com os pilares "Câmbio Flutuante", "Metas de Inflação" e "Responsabilidade Fiscal" sendo respeitados, a inflação sobre controle e as privatizações e concessões a todo o vapor. Mas vai explicar isso para essa raça maldita de esquerdistas jurássicos e a escumalha do bolsa-compra voto...

Saudações.

Anônimo disse...

Constantino,
Thumbs up!
Tua abordagem foi pertinente e apropriada!
O pseudo socialismo tucano é uma grande porcaria, todos sabemos.
Mas o petismo é muito, muito mais desatroso.
Enfim, existe o ruim e existe o péssimo.
Bola prá frente!
Eduardo S.P.
(teu leitor assíduo que endossa Mises, mas que ainda joga no time do Friedman).

Unknown disse...

Ok, concordo 100%. Mas tem algum partido novo decente sendo criado? Qual e como posso ajudar?

Rodrigo Constantino disse...

Sim, Partido Novo (www.novo.org.br).