Idéias de um livre pensador sem medo da polêmica ou da patrulha dos "politicamente corretos".
segunda-feira, abril 26, 2010
Conversas Cruzadas Parte 4 - Serra ou Dilma?
Último trecho de minha participação no Conversas Cruzadas durante o XXIII Forum da Liberdade, em Porto Alegre. Nesta parte, comento porque a escolha entre Dilma ou Serra é uma "escolha de Sofia", e explico porque pretendo tomar um Engov e optar pelo mal menor, o PSDB.
Conversas Cruzadas Parte 3 - BNDES
Terceiro trecho de minha participação no programa Conversas Cruzadas durante o XXIII Forum da Liberdade, em Porto Alegre. Nesta parte, comento sobre o BNDES, ou Bolsa-Empresa, mostrando como a esquerda defende um modelo "desenvolvimentista" que acaba favorecendo apenas as grandes empresas à custa do povo.
Conversas Cruzadas Parte 2 - Liberalismo e Crise
Segundo trecho do Conversas Cruzadas durante o XXIII Forum da Liberdade, em Porto Alegre. Nesta parte eu comento sobre o liberalismo e a atual crise mundial.
domingo, abril 25, 2010
Conversas Cruzadas Parte 1 - Socialismo
Trecho da minha participação no Conversas Cruzadas (TVcom) durante o XXIII Forum da Liberdade, em Porto Alegre. O tema é a impraticabilidade do socialismo.
quinta-feira, abril 22, 2010
A Máfia
Uma nova "Pequena Era do Gelo"
O Globo
Um estudo publicado pela revista "Environmental Research Letters" mostra que a força do inverno recém-terminado, onde as temperaturas chegaram a 22 graus Celsius negativos no norte do continente, deve repetir-se com mais frequência nas próximas décadas, trazendo de volta um frio visto pela última vez há 300 anos. Os pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, chegaram a esta conclusão após relacionarem dados meteorológicos registrados na estação com medições de mais de 300 anos atrás. Hoje, assim como no século XVII, o planeta vive um período de baixa atividade solar, o que influencia a chegada das correntes de ar que amenizam o frio europeu.
- Para os padrões recentes, tivemos um inverno que pode ser considerado muito rigoroso - avalia Mike Lockwood, coautor do estudo. - Gostaríamos de saber se este foi um episódio isolado ou se existe algum respaldo estatístico.
Para dissipar a dúvida, a equipe de Lockwood recorreu ao Central England Temperature - que, com 351 anos de medições, é o banco de dados meteorológicos mais antigo do mundo. Seu histórico abrange um período conhecido como Pequena Era do Gelo, que ocupou metade do século XVII. Logo depois, houve um lento processo de aquecimento natural, encerrado apenas 300 anos depois.
Os estudos da atividade solar mostram que ela tende a crescer vagarosamente por até três séculos, e depois decair rapidamente nos 100 anos seguintes. A queda atual começou em 1985. Para Lockwood, já chegamos na metade do caminho de uma nova Era do Gelo, o que nos permite comparar as temperaturas recentes com os registros históricos. [...]
Comentário: Que mudança rápida! Agora já tem cada vez mais cientistas falando em... ESFRIAMENTO GLOBAL! Como ficam os mais fanáticos membros da seita ambientalista, ou melhor, eco-terrorista? E o aquecimento global? Derreteu? Tanto pânico incutido nos leigos, tantos recursos desviados, tanto poder concentrado por conta da "ameaça iminente" do aquecimento, e agora o risco é uma nova "era do gelo"? Mas os oportunistas sempre podem sair pela tangente. Podem falar em "mudanças climáticas", o que incluiria tudo. Ou seja, o esfriamento global é resultado... do aquecimento global. Entendeu?
Um estudo publicado pela revista "Environmental Research Letters" mostra que a força do inverno recém-terminado, onde as temperaturas chegaram a 22 graus Celsius negativos no norte do continente, deve repetir-se com mais frequência nas próximas décadas, trazendo de volta um frio visto pela última vez há 300 anos. Os pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, chegaram a esta conclusão após relacionarem dados meteorológicos registrados na estação com medições de mais de 300 anos atrás. Hoje, assim como no século XVII, o planeta vive um período de baixa atividade solar, o que influencia a chegada das correntes de ar que amenizam o frio europeu.
- Para os padrões recentes, tivemos um inverno que pode ser considerado muito rigoroso - avalia Mike Lockwood, coautor do estudo. - Gostaríamos de saber se este foi um episódio isolado ou se existe algum respaldo estatístico.
Para dissipar a dúvida, a equipe de Lockwood recorreu ao Central England Temperature - que, com 351 anos de medições, é o banco de dados meteorológicos mais antigo do mundo. Seu histórico abrange um período conhecido como Pequena Era do Gelo, que ocupou metade do século XVII. Logo depois, houve um lento processo de aquecimento natural, encerrado apenas 300 anos depois.
Os estudos da atividade solar mostram que ela tende a crescer vagarosamente por até três séculos, e depois decair rapidamente nos 100 anos seguintes. A queda atual começou em 1985. Para Lockwood, já chegamos na metade do caminho de uma nova Era do Gelo, o que nos permite comparar as temperaturas recentes com os registros históricos. [...]
Comentário: Que mudança rápida! Agora já tem cada vez mais cientistas falando em... ESFRIAMENTO GLOBAL! Como ficam os mais fanáticos membros da seita ambientalista, ou melhor, eco-terrorista? E o aquecimento global? Derreteu? Tanto pânico incutido nos leigos, tantos recursos desviados, tanto poder concentrado por conta da "ameaça iminente" do aquecimento, e agora o risco é uma nova "era do gelo"? Mas os oportunistas sempre podem sair pela tangente. Podem falar em "mudanças climáticas", o que incluiria tudo. Ou seja, o esfriamento global é resultado... do aquecimento global. Entendeu?
terça-feira, abril 20, 2010
Companheira Estella - 10 mil visitas!

Gostaria de compartilhar com os leitores do blog que meu vídeo caseiro onde comento sobre o passado guerrilheiro de Dilma ultrapassou a marca de 10 mil visitas no YouTube. Cada um deve fazer sua parte, divulgando mais informações sobre esta quadrilha no poder. A luta pela liberdade continua!
segunda-feira, abril 19, 2010
A Morte da Constituição

Rodrigo Constantino
A Constituição está morta. Eis a constatação que Thomas Woods e Kevin Gutzman fazem em Who Killed the Constitution?. No livro, os autores defendem a tese de que o óbito da Magna Carta americana se deu faz tempo, obra de décadas de ataques de todos os partidos, de esquerda e direita, com o apoio muitas vezes dos próprios juízes da Suprema Corte, que deveriam ser os guardiões da Lei maior.
A idéia de uma Constituição limitando os poderes do governo, de forma clara, com pesos e contrapesos estabelecidos, é uma idéia liberal e instigante. Os “pais fundadores” dos Estados Unidos, munidos com os ideais iluministas, defensores da liberdade individual, criaram a Constituição para amarrar as mãos dos governantes, restringindo seu poder. Um governo de leis, conhecidas ex ante por todos, ao invés de um governo arbitrário e ilimitado de homens, sujeitos às paixões humanas: uma meta e tanto. A descentralização do poder, por meio de um casamento de estados independentes, e não uma fusão nacionalista que concentrasse muito poder na esfera federal, eis o plano dos fundadores da nação. Algo deu errado com o passar do tempo.
As boas intenções e o foco no curto prazo, aliados ao fato de que a tendência natural de quem está no poder é sempre desejar mais poder, fizeram com que cada governo americano fosse concentrando poder, a despeito das intenções presentes na Constituição. Presidentes foram passando por cima da lei, e juízes da Suprema Corte foram muitas vezes cúmplices neste atentado contra a Constituição. O livro estuda doze casos específicos que teriam marcado, ao decorrer dos anos, a gradual morte do ideal constitucional dos “pais fundadores”. Mas muitos outros casos existem.
Cada cidadão deveria ser livre para fazer tudo aquilo que não estivesse proibido na lei, e cada governante deveria fazer somente aquilo explícito na lei.* Uma elasticidade infinita nas interpretações, entretanto, foi cedendo cada vez mais arbitrariedade ao governo, e limitando concomitantemente as liberdades individuais. Como era de se esperar, as guerras e crises foram os grandes aliados do governo central, sempre aproveitando este momento e expandindo seus tentáculos à revelia das leis. Espionagem, tortura, declaração de guerra sem aprovação do Congresso, confisco de ouro, censura, decretos-lei, inúmeros atos e medidas do governo federal que fariam os autores da Constituição ter calafrios, e tudo feito com o respaldo da Suprema Corte, ainda que claramente inconstitucional.
O grande benefício de um governo restrito pela Constituição está no longo prazo: a garantia da liberdade. Em determinados momentos, pode parecer que a coisa “certa” a se fazer é uma medida inconstitucional, mas abrir este precedente é muito perigoso, pois cria uma arbitrariedade sem volta. Muitos defendem atos de governo claramente inconstitucionais com base na crença de que ele é desejável no momento, mas ignoram que amanhã poderá ser outro governante, com idéias opostas, no poder. É justamente o tamanho do poder que deve ser limitado. Quem o exerce deveria ser uma preocupação secundária.
A esquerda americana, por exemplo, lutou ao longo de décadas para aumentar os poderes do Executivo, mesmo desrespeitando a Constituição. Depois tiveram que aturar um presidente Bush sem os devidos freios constitucionais, abusando de forma escancarada do poder, como fez no Patriot Act. Como criticar seu governo com base no argumento da Constituição sem parecer hipócrita ou oportunista? Este é um grande desafio para uma esquerda que nunca ligou muito para o que dizia a Constituição na hora de pregar mais e mais governo na esfera social. Dois pesos e duas medidas, justamente o contrário de uma República solidamente calcada numa Constituição.
O grande problema é, na prática, preservar o poder descentralizado, assim como os pesos e contrapesos, uma vez que o governo será seu próprio juiz. Se o governo federal tiver um monopólio na interpretação da Constituição, ele vai naturalmente ler cada caso com um viés a seu favor. Os juízes da Suprema Corte, apontados pelos presidentes, ainda que aprovados necessariamente pelo Congresso, tendem a ir adotando a visão mais favorável ao governo central com o tempo. Atualmente, o presidente Obama terá que apontar um novo juiz, e já deu a entender que deve ser alguém com um foco voltado para o “social”. Onde foi parar a visão de que a função dos juízes da Suprema Corte é garantir a Constituição?
Tudo isso é bastante assustador para os defensores da liberdade individual. O poder tem sido cada vez mais concentrado no Executivo, passando por cima do Congresso e da própria Constituição. A arbitrariedade cada vez maior é digna de governos monárquicos, não de repúblicas liberais. E se isso é a realidade lamentável dos Estados Unidos atualmente, o que dizer da precária situação brasileira?
* Os primeiros presidentes americanos, como Thomas Jefferson, James Madison, James Monroe e Andrew Jackson, demonstravam uma preocupação com a constitucionalidade de suas medidas impensável nos dias de hoje. Mesmo defendendo uma determinada medida, como a construção de estradas federais, por exemplo, eles sabiam que seu desejo não era suficiente, nem mesmo o fato de a Constituição não lhes negar este direito. Bastava o fato de que nada na Constituição permitisse tal direito, de forma declarada, para que tais presidentes recuassem em seus planos, compreendendo que aquilo que não está explicitado como função do governo federal na Carta, não é sua função, e depende da aprovação do Congresso ou de emenda constitucional.
O Roto e o Esfarrapado
"Quero lançar um desafio ao atual governador. Sua casa comprada em Mangaratiba é lavagem de dinheiro. Me processe! Entre na Justiça e prove que você comprou com dinheiro de seu trabalho. Eu o estou desafiando. Venha!"
Eis o desafio de Garotinho a Sérgio Cabral. É o roto falando do esfarrapado, quando se trata de ética, de honestidade. Não por acaso Dilma tem tanta dificuldade em escolher qual dos dois apoiar... Mas, independente de quem faz o desafio, ele continua válido. Diga, governador Sérgio Cabral, de onde veio o dinheiro para comprar a mansão em Angra e os apartamentos na zona mais nobre do Rio?
A Escolha do MST

Rodrigo Constantino, revista Voto
“Um governo Serra, para nós, seria o pior dos mundos". Foi o que disse durante o “Abril Vermelho” o líder do MST, João Pedro Stédile, após o movimento ter anunciado e realizado a invasão de dezenas de propriedades privadas. Stédile disse ainda que não espera nenhum voto do MST para o candidato tucano. O MST parece ter feito sua escolha, e seu nome é Dilma. Faz todo sentido.
Não que o PSDB tenha uma postura abertamente contrária ao “movimento social” dos invasores e destruidores de propriedade; mas é que claramente o PT adota uma postura bem mais negligente – para não dizer conivente – com os criminosos do MST. Segundo o próprio presidente Lula, a relação entre o PT e o MST é como uma relação de pai para filho. O presidente literalmente veste o boné da entidade.
A linguagem que os líderes do MST entendem é a da violência, da ameaça, da coerção. Seu ideal de mundo é um retrocesso marxista que, na prática, entrega apenas favelas rurais na melhor das hipóteses, quando não um país destroçado na pior delas, como ocorreu no Zimbábue de Robert Mugabe. Aprisionados numa ideologia fracassada, seus líderes, sedentos por poder político, doutrinam uma legião de ignorantes, transformados em verdadeira massa de manobra oportunista do movimento. Trata-se da barbárie em ação, que nos remete aos sans-culottes na França, durante o Terror.
Quaisquer meios parecem justificados pelos seus “nobres” fins: invasão, destruição de laboratórios e plantações, cárcere privado e até mesmo assassinato. Basta um “julgamento popular” e ponto final. Como latifúndios improdutivos são coisa do passado, o MST adotou critérios mais elásticos para justificar suas invasões: plantar eucaliptos, por exemplo, não pode, uma vez que ninguém os come. Ninguém come minério de ferro também, e a Vale que se cuide!
Além disso, o governo Lula pretende adotar uma meta mínima de produtividade rural, sob o risco de cada proprietário ter suas terras confiscadas caso o índice não seja atingido. Em português mais claro, chama-se pilhagem, mas com a embalagem da lei tudo fica mais belo. Que ninguém se engane: o governo Lula é cúmplice do MST.
Intelectuais de esquerda reclamam de uma suposta “criminalização” do MST. Mas eu poderia jurar que quem criminaliza o movimento são seus próprios membros, que insistem em atos ilegais de vandalismo e invasão. O MST é um movimento criminoso em sua essência. O desrespeito às leis é total. O espantoso não é “criminalizar” um grupo de bandoleiros, mas sim o fato de que tais criminosos não só continuem livres, como façam anúncios de futuras invasões, sem que reação alguma da polícia seja vista. O grau de complacência com estes invasores é assustador, lembrando que a complacência de hoje acaba sendo paga com o sangue de amanhã.
O MST representa o embrião já bastante alimentado e crescido das FARB, na linha das FARC que tanta desgraça vem causando na Colômbia. Não é surpresa, então, que a simpatia do MST seja pelo PT, simpatia esta aparentemente recíproca. Afinal, o PT, entre o governo eleito da Colômbia e os narcoguerrilheiros das FARC, demonstra fortes inclinações em direção aos últimos. Eles são parceiros no Foro de São Paulo, sem falar do relacionamento próximo das FARC com Hugo Chávez, o caudilho venezuelano camarada do presidente Lula. Por falar em Chávez, este também já resolveu se meter nas eleições brasileiras e declarou sua preferência por Dilma, a candidata petista. Por que será?
Se o ditado popular “diga-me com quem andas que te direi quem és” ainda tem alguma validade neste país, então qualquer um com um pingo de respeito pela democracia, o Estado de Direito e o respeito à propriedade privada deveria ficar bastante alerta às “amizades” petistas. Quando não são elogios aos irmãos ditadores de Cuba, enquanto o corpo de um dissidente ainda esfriava após sua morte por greve de fome, é a afirmação de que há “excesso de democracia” na Venezuela, ou então a defesa do tirano do Irã, Ahmadinejad. O PT anda na pior companhia possível.
A melhor campanha para o PSDB é feita não por seus marqueteiros, mas sim pelos companheiros radicais do PT. Se Stédile e seu MST votam em Dilma, se Chávez votaria em Dilma caso fosse brasileiro, e se Ahmadinejad votaria em Dilma se fosse eleitor no país, parece claro qual candidato escolher nas próximas eleições: aquele que não desperta a simpatia do que há de pior na espécie humana.
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