quinta-feira, setembro 09, 2010

Nova Campanha

Dilma, dedique-se como avó ao seu primeiro netinho, em vez de tentar ser a "mãe" do povo brasileiro. Nós agradecemos sua escolha! (o garoto eu já não sei...)

8 comentários:

Jonatan disse...

Rodrigo,

você poderia por favor indicar um lugar onde posso comprar o Economia do Indivíduo?


obrigado desde já.

xirtham33 disse...

Já viram como Lula trata os pobres longe dos holofotes?
Vejam a agressividade dele e também de Sérgio Cabral, governador do Rio, contra esse garoto pobre.
www.youtube.com/watch?v=L-7_J_Oh8sY

Corruptocracia: Roubar é poder! disse...

Eu fiquei indignado quando assisti este vídeo. Mostra um sujeitinho ignorante, boca suja e sem vergonha que JAMAIS poderia ser presidente de um país. É revoltante. E aquele sujeito, o Cabral, é filho de um dos grandes intelectuais do Brasil, mas veja que sem vergonha que o cara é.

Indignante.

Anônimo disse...

A coitada agora é candidata a presidenta, e se foi alguma coisa na vida, não pode assumir.

Adalberto Evangelista disse...

Sómente ficar indignado é poucos com os PETRALHAS, como diz Ivo Patarra, é preciso fazer alguma coisa.... Estou aceitando sugestão!!!

abs.

fejuncor disse...

Escute o Rodrigo, minha queridinha... Vá cuidar do pequenino e da sua saúde também. A vida é uma só. Além do mais é curta e passageira. Política ficou pra quem tem saúde, jovialidade, competência administrativa, e muito, muito comprometimento! Você já provou que não tem. Já faltou a vários debates, essa é uma grande prova!

spinduc disse...

Cidadãos começam a aprontar as malas com anúncio do fim do Regime de Escravidão Cubano, 'mamãe' Dilma irá acolhê-los ????

miatonu disse...

Vai passar nessa avenida um samba popular
Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite vai se arrepiar
Ao lembrar que aqui passaram sambas imortais
Que aqui sangraram pelos nossos pés
Que aqui sambaram nossos ancestrais
Num tempo página infeliz da nossa história,
passagem desbotada na memória
Das nossas novas gerações
Dormia a nossa pátria mãe tão distraída
sem perceber que era subtraída
Em tenebrosas transações
Seus filhos erravam cegos pelo continente,
levavam pedras feito penitentes
Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal, tinham o direito a uma alegria fugaz
Uma ofegante epidemia que se chamava carnaval,
o carnaval, o carnaval
Vai passar, palmas pra ala dos barões famintos
O bloco dos napoleões retintos
e os pigmeus do boulevard
Meu Deus, vem olhar, vem ver de perto uma cidade a cantar
A evolução da liberdade até o dia clarear
Ai que vida boa, ô lerê,
ai que vida boa, ô lará
O estandarte do sanatório geral vai passar
Ai que vida boa, ô lerê,
ai que vida boa, ô lará
O estandarte do sanatório geral... vai passar